Operadoras alternativas dinamizam o setor

O segmento de operadoras alternativas que fornecem conectividade de internet das coisas (IoT) para diversos segmentos ganhou dinamismo no Brasil com adoção de novas tecnologias e entrada de novos concorrentes. Uma frente de inovação se dá no âmbito das redes LPWA (sigla em inglês para área ampla de baixa potência). Trata-se de estruturas que conectam sensores em grandes áreas geográficas a um custo mais baixo que o oferecido pelas celulares tradicionais.

Telesíntese

WND busca novos parceiros para estimular aplicações em rede de IoT

A WND não deverá ter problemas de cumprir sua meta de encerrar 2018 com uma rede sem fio para aplicações de IoT cobrindo 95% da população brasileira. Ela já trabalha com a projeção de que um ano antes, em dezembro de 2017, sua infraestrutura estará cobrindo mais de 100 milhões de pessoas, ou quase 50 % da população. Enquanto expande fisicamente sua rede, a operadora também quer avançar no número de parceiros para estimular o desenvolvimento de novas aplicações de Internet das Coisas.

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WND quer conectar coisas à internet com baixo custo

Pessoas querem cada vez mais capacidade na conexão à internet. Objetos como sensores e medidores, por outro lado, não consomem grandes volumes de dados. Eles precisam de soluções de baixo consumo de energia e de baixo custo. A WND é responsável pela operação dos serviços da SigFox na América Latina e no Reino Unido. A SigFox é uma tecnologia de rede de longo alcance e baixa potência (LPWAN, na sigla em inglês). No Brasil, a WND cobriu 12 regiões metropolitanas e propriedades rurais no Mato Grosso.